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Mulheres Engenharia

Lugar de mulher é na Engenharia

Elas são maioria nas universidades, porém nos cursos das engenharias o cenário muda: são poucas as mulheres que se matriculam e menos ainda as que se formam. As engenheiras da Schaeffler, no entanto, mostram que as habilidades nas áreas de exatas não dependem de gênero

A Engenheira de Produto Vanessa Jacob é responsável pelo desenvolvimento de desenho de rolamento de roda na Schaeffler. Graduada em Engenharia Mecânica, já havia cursado Projetos Mecânicos quando começou a trabalhar na empresa – e foi na prática que se encantou ainda mais pela área. “Meu trabalho é implementar o que foi especificado em desenho junto à produção, seguindo as guidelines de desenvolvimento de produto e de especificação do cliente”, explica. Única mulher em um departamento de sete pessoas, Vanessa sempre foi tratada com respeito em sua carreira, mas ressalta que não é fácil conquistar espaço em um setor ainda dominado pelos homens. “Quando uma mulher está em uma área predominantemente masculina, ela tem que se destacar muito mais para ser considerada uma boa profissional”.

Os dados do Censo da Educação Superior divulgados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão ligado ao Ministério da Educação, mostram que as mulheres representaram 55,2% dos estudantes matriculados em cursos de graduação em 2017. Mas nas áreas de engenharia, o número de alunas foi bem mais tímido: em engenharia de produção elas foram 35% do total, em civil 30,5% e em mecânica apenas 10,3%.

Giovanna Rebustini optou por cursar Engenharia Mecânica na faculdade e hoje é Analista de Produto na Schaeffler. Em sua rotina, trabalha com desenvolvimento de produtos, desde a fase de protótipo até virarem uma série. A maior parte da rotina acontece no escritório, mas mantém contato frequente com a área produtiva e testes. . “Meu perfil sempre foi criativo e técnico, desde criança. Eu sempre gostei bastante de desenho e fui influenciada pelos livros de mecânica e arquitetura que tinha em casa. Quando estudei, tinha apenas uma ou duas colegas mulheres na minha turma, mas isso não me impediu de conquistar meu espaço. Tenho muito orgulho de conseguir trabalhar com o que eu gosto”.

Também engenheira mecânica, Aline Uema Bueno começou seu trabalho na Schaeffler como estagiária da Qualidade, em 2004, quando ainda estudava Tecnologia Mecânica. Foi efetivada na área de Engenharia como Desenhista Projetista, terminou a graduação e passou por outros cargos até chegar ao atual, Gerente de Contas do Grupo Volkswagen, uma das maiores contas globais da Schaeffler. A formação em engenharia foi um dos pré-requisitos no setor de Vendas Automotivas, que realiza a venda de desenvolvimento de produto para a montadora. “Minha carreira aconteceu gradativamente e isso foi fundamental porque eu conheci todos os passos da Engenharia”, diz. “Nós, mulheres, nos cobramos muito, ainda mais em um universo masculino. Fico muito feliz em chegar até aqui, essa é uma conta muito importante para a Schaeffler”.

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